Ainda há esperança em meio ao caos

Ainda há esperança em meio ao caos

Há algum tempo atrás, ninguém (ou pelo menos, a maioria das pessoas) poderia prever que uma ameaça invisível aos olhos humanos colocaria em risco as nossas vidas e alteraria significativamente as esferas política, econômica e social. A pandemia pegou todo mundo de surpresa. Fomos praticamente forçados a sair de nossas posições confortáveis e encarar uma triste realidade de incertezas e medo.

O mundo parou.

Os números revelam que os “aumentos exponenciais” não se limitam aos infectados, mas, também, aos índices de desemprego, aos casos de divórcio, às doenças emocionais, aos estudantes abandonando suas faculdades, às crianças sendo abusadas e violentadas em suas casas… tudo em uma escala macro e sem previsão para voltar à vida “normal”.

Estatisticamente falando, nos últimos quatro meses, cerca de 3 milhões de pessoas ficaram sem trabalho – ao todo, soma-se aproximadamente 12,9 milhões de desempregados. Quando se fala em divórcio, a busca por escritórios especializados em separações indica um crescimento de 177% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Quanto às doenças emocionais, embora a Covid-19 seja um fenômeno recente, dezenas de pesquisas pelo mundo já demonstram efeitos psíquicos, não somente em decorrência da doença, mas das próprias medidas de contenção, como a quarentena e o isolamento social. Há um aumento constante do número de casos de transtornos de ansiedade, depressão, suicídio, crises agudas de estresse, ataques de pânico, consumo excessivo de álcool entre muitos outros problemas.

O mundo mudou…

Essa é uma frase que ouvimos constantemente. Mas, afinal de contas, o que a pandemia têm nos ensinado?

…a vida continua.

Precisando lidar, diariamente, com os números de um cenário estarrecedor, é necessário, também, fazer o exercício de valorizar o que é essencial. É aquela velha história de olhar o copo meio cheio, ou meio vazio: podemos nos lamentar pelas incontáveis tragédias que acontecem diariamente, ou podemos nos posicionar para fazer a diferença neste mundo.

Fazer algo que faça sentido

Abro um enorme parênteses para dizer que, ao menos para mim, a pandemia abriu um leque de novas percepções e reflexões acerca da vida – ou melhor dizendo, sobre a brevidade da vida.

Ainda há esperança em meio ao caos da pandemia. Mesmo diante de tantas incertezas, uma das únicas coisas sobre a qual ainda temos controle é sobre as nossas ações. Viver uma vida com otimismo nos leva à novas visões, novas propostas, novas perspectivas. Se ninguém acredita que é possível um futuro melhor, quem é que vai se mexer para criá-lo?

Mude agora.

Nem todos os dias serão fáceis. Mas respirar fundo e escolher ao menos uma mudança, uma ação positiva por dia, pode ajudar. Não sinta medo de imaginar um futuro, mesmo que ele pareça distante e improvável. Ainda temos por direito ‘protestar’ contra essa bagunça, praticando o otimismo em palavras e ações.

Transformar o mundo depende do nosso posicionamento. Vamos juntos?

Maria Fernanda Almeida Torres, aluna UniMissional.

A pandemia não pode nos tirar a vontade de aprender, sonhar e mudar a vida das pessoas. É pensando nisso que a UniMissional criou um programa que une propósito e ação e está oferecendo 100 vagas para bolsas de estudo e trabalho para que você possa atuar fazendo sentido no mundo!

A vida precisa ser vivida de forma intencional. Faça sentido com a gente!

Acesse: www.facasentido.com.br

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